terça-feira, 28 de junho de 2011

Só Pra Contrariar, será um dos grandes shows nacionais que vai animar a festa que irá comemorar os 200 anos de Bagé e a reinauguração do Ginásio Presidente Médici “MILITÃO”.

               O Grupo Só Pra Contrariar nasceu em Uberlândia, Minas Gerais no final da década de 80, quando alguns amigos, que sempre gostaram de música, resolveram formar um grupo de samba para tocar em bares da cidade.
Divulgação
          O gosto pela música na família Pires teve início mesmo antes dos irmãos Alexandre e Fernando nascerem. O líder do SPC, Alexandre Pires, brinca quando conta que desde a barriga da mãe já curtia boa música, já que sua mãe Abadia Pires, cantou até o sétimo mês de gravidez, nos bailes de Uberlândia acompanhada pelo marido, o baterista João Pires.
          Os músicos sempre se reuniam na casa dos Pires e entre os filhos do casal, o que mais ficava atento aos ensaios e admirava os instrumentos era Alexandre.
        Um dia, após uma dessas reuniões, um amigo esqueceu o cavaquinho. Alexandre pegou o instrumento e começou a tocar sem ninguém nunca ter ensinado, a partir deste dia ele não se separou mais da música.
          Em 1989 quando Alexandre Pires tinha apenas 13 anos, chamou o irmão Fernando (bateria) o primo Juliano (Percusão) e os amigos de Uberlândia, Rogério (tantâ), Serginho (teclado), Hamilton (sax), Luiz Fernando (pandeiro), Alexandre Popó (surdo) e Luis Antonio (baixo) para formar um grupo de samba, mas faltava um nome para dar continuidade ao trabalho que estava apenas começando.
           Como a primeira música que Alexandre aprendeu a tocar no cavaquinho foi “Só Pra Contrariar” do grupo carioca Fundo de Quintal, os mineiros decidiram que eles seriam o Só Pra Contrariar.
           O grupo estava pronto e resolveram que iriam trabalhar com um repertório diversificado, mas com muito swing e romantismo. De mansinho o SPC chegava com muita garra, talento e dedicação para se apresentar nos bares e casas noturnas de Uberlândia. A disposição era a marca registrada do Só Pra Contrariar que mostrou aos poucos para o Brasil que junto com o surdo, o tantã, o pandeiro e a percusão, o samba poderia vibrar com guitarras, teclados e metais, despondo de Minas Gerais para o sucesso.

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