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| Divulgação |
O gosto pela música na família Pires teve início mesmo antes dos irmãos Alexandre e Fernando nascerem. O líder do SPC, Alexandre Pires, brinca quando conta que desde a barriga da mãe já curtia boa música, já que sua mãe Abadia Pires, cantou até o sétimo mês de gravidez, nos bailes de Uberlândia acompanhada pelo marido, o baterista João Pires.
Os músicos sempre se reuniam na casa dos Pires e entre os filhos do casal, o que mais ficava atento aos ensaios e admirava os instrumentos era Alexandre.
Um dia, após uma dessas reuniões, um amigo esqueceu o cavaquinho. Alexandre pegou o instrumento e começou a tocar sem ninguém nunca ter ensinado, a partir deste dia ele não se separou mais da música.
Em 1989 quando Alexandre Pires tinha apenas 13 anos, chamou o irmão Fernando (bateria) o primo Juliano (Percusão) e os amigos de Uberlândia, Rogério (tantâ), Serginho (teclado), Hamilton (sax), Luiz Fernando (pandeiro), Alexandre Popó (surdo) e Luis Antonio (baixo) para formar um grupo de samba, mas faltava um nome para dar continuidade ao trabalho que estava apenas começando.
Como a primeira música que Alexandre aprendeu a tocar no cavaquinho foi “Só Pra Contrariar” do grupo carioca Fundo de Quintal, os mineiros decidiram que eles seriam o Só Pra Contrariar.
O grupo estava pronto e resolveram que iriam trabalhar com um repertório diversificado, mas com muito swing e romantismo. De mansinho o SPC chegava com muita garra, talento e dedicação para se apresentar nos bares e casas noturnas de Uberlândia. A disposição era a marca registrada do Só Pra Contrariar que mostrou aos poucos para o Brasil que junto com o surdo, o tantã, o pandeiro e a percusão, o samba poderia vibrar com guitarras, teclados e metais, despondo de Minas Gerais para o sucesso.
Os músicos sempre se reuniam na casa dos Pires e entre os filhos do casal, o que mais ficava atento aos ensaios e admirava os instrumentos era Alexandre.
Um dia, após uma dessas reuniões, um amigo esqueceu o cavaquinho. Alexandre pegou o instrumento e começou a tocar sem ninguém nunca ter ensinado, a partir deste dia ele não se separou mais da música.
Em 1989 quando Alexandre Pires tinha apenas 13 anos, chamou o irmão Fernando (bateria) o primo Juliano (Percusão) e os amigos de Uberlândia, Rogério (tantâ), Serginho (teclado), Hamilton (sax), Luiz Fernando (pandeiro), Alexandre Popó (surdo) e Luis Antonio (baixo) para formar um grupo de samba, mas faltava um nome para dar continuidade ao trabalho que estava apenas começando.
Como a primeira música que Alexandre aprendeu a tocar no cavaquinho foi “Só Pra Contrariar” do grupo carioca Fundo de Quintal, os mineiros decidiram que eles seriam o Só Pra Contrariar.
O grupo estava pronto e resolveram que iriam trabalhar com um repertório diversificado, mas com muito swing e romantismo. De mansinho o SPC chegava com muita garra, talento e dedicação para se apresentar nos bares e casas noturnas de Uberlândia. A disposição era a marca registrada do Só Pra Contrariar que mostrou aos poucos para o Brasil que junto com o surdo, o tantã, o pandeiro e a percusão, o samba poderia vibrar com guitarras, teclados e metais, despondo de Minas Gerais para o sucesso.

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